30 anos, com reconhecimento

Modelo de desenvolvimento sustentável atende os anseios da sociedade, do mercado nacional e internacional, credita valor e respeito à marca

 

Da esquerda para direita acionista do Grupo Supremo Sandro Silva de Oliveira, Secretário Executivo do MAPA Eumar Roberto Novacki, Ministro do MAPA Blairo Maggi, acionista do Grupo Supremo Luis Carlos Silva e  Ministro da Transparência Wagner Rosário.

Reconhecimento chancelado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento laureia os 30 anos do Grupo Supremo Carnes e eleva seu patamar de competitividade no mercado interno e externo ao conferir ao Grupo o Selo Agro + Integridade, no dia 27 de novembro, em Brasília. O Frigorífico mineiro, que atua com a proteína bovina, é o único do setor no Brasil, contemplado com o Selo. Mais de mil empresas do agronegócio concorreram ao reconhecimento do Ministério da Agricultura, apenas onze empresas cumpriram os pré-requisitos e foram habilitadas ao uso do Agro +, a partir de 2019.

As empresas passam por rigorosos critérios de seleção, devendo cumprir os requisitos exigidos pelo Comitê Gestor do Prêmio, formado pelo Ministério da Agricultura, Embrapa, Instituto Ethos, Controladoria Geral da União – GCU, Alliance For Integrity, Febraban, Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária – CNA, B3 Brasil Bolsa Balcão e Confederação Nacional da Indústria – CNI.

O Selo distingue e legitima as ações de uma empresa, suas práticas, indo ao encontro dos interesses da sociedade brasileira e internacional. O reconhecimento público do Ministério da Agricultura passa por aí, além de agregar valor à marca, o selo admite o profissionalismo, a conduta, à valorização do capital humano, engajamento, seriedade e compromisso.  “Trata-se de um prêmio, uma conquista de reconhecimento oficial de que o Grupo segue sua trajetória, com a assertiva de seu planejamento, focado e comprometido com a integridade, sustentabilidade e responsabilidade social”, pontua Luis Carlos Silva, sócio proprietário do Grupo.  Com fala consciente e amadurecida, Silva sugere com convicção o foco do frigorífico: “não temos a pretensão de se tornar a maior empresa do setor, mas a melhor em tão competitivo mercado da proteína bovina, esse sim, é o desafio”, complementa.

O prêmio destaca o papel social da empresa, amparado por boas práticas e rigorosos preceitos – regras e normas – reafirmando a legalidade de sua atividade no mercado, consequentemente, o reconhecimento soma às necessidades de uma sociedade cada vez mais crítica e atentiva. “Esse é o modelo econômico que apostamos e investimos. Tratamos cem por cento os nossos efluentes líquidos e gasosos. Nosso compromisso está ancorado na ética, no bem-estar das comunidades do entorno de nossas unidades, na geração de emprego, rastreabilidade do gado, desenvolvimento saudável e uma certeza: deixamos à mesa do consumidor final produto de excelência, dentro dos mais exigentes padrões de qualidade”, ressalta Sandro Silva de Oliveira, sócio proprietário.

Ganha a sociedade, com a garantia de poder contar com produtos sustentáveis, limpos e livres de quaisquer práticas que estejam em desacordo com a lei anticorrupção.

Flávio Vieira Superintendente de Compliance do Grupo Supremo Carnes

“O Supremo Carnes persegue essa realidade há tempos. São passos paulatinos, firmes e apoiados de forma irrestrita pelos acionistas. A empresa foi o primeiro frigorífico brasileiro signatário do Instituto Ethos de Sustentabilidade”, lembra o Superintendente de Compliance, Flávio Vieira. O significado do selo, além da missão, visão e valores já definidos, expõe o propósito palpável das decisões administrativas.  “Esta premiação revela aos colaboradores, clientes, terceiros e a sociedade, a intenção do Grupo em prevenir desvios de conduta e atender a lei anticorrupção, por meio de políticas internas, regras e processos já consolidados na cultura da empresa”, disse Vieira.

“O consumidor não leva apenas um produto para sua casa, vai com ele a integridade e lisura da empresa, atestada com o Selo Agro +. É um reconhecimento do governo federal, por meio do Ministério da Agricultura, ao Grupo Supremo Carnes”, complementa.